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PELO FIM DA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA - Paulo César Carbonari...Ler artigo
Vida que se faz em arte - Nei Alberto Pies ...Ler artigo
Pensar para viver melhor - Nei Alberto Pies...Ler artigo
Proteção da criança e do adolescente não é uma questão “ menor” - Luciane Zanella...Ler artigo
De dilemas morais. - Nei Alberto Pies...Ler artigo
Título: PELO FIM DA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Autor: Paulo César Carbonari
Há 29 anos, no dia 25 de novembro de 1981, a Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) proclamava a “Declaração sobre a Eliminação de todas as formas de Intolerância e Discriminação com base em Religião ou Crença” (Resolução nº 36/55). Conhecer este importante instrumento internacional de direitos humanos e colaborar ativamente para sua efetivação é tarefa dos Estados, mas também da sociedade civil e de cada pessoa. Assim, é nosso interesse nesta breve artigo não mais do que trazer à lembrança este posicionamento. Ler artigo na íntegra.
Título: Vida que se faz em arte
Autor: Nei Alberto Pies
É muito propagada e perigosa a idéia de classificarmos os seres humanos em boas ou más pessoas. Os conflitos de ordem social ensejam perigosas comparações que afirmam que “seres humanos do mal”, estão em conflito com “seres humanos do bem”. Mas bem e mal não estão em permanente conflito em cada um de nós? Será que aquilo que a gente entende por bem ou por mal é o mesmo que os outros compreendem como tal? O bem e o mal possuem lugar, personagens e características bem definidas? Ler artigo na íntegra.
Título: Pensar para viver melhor
Autor: Nei Alberto Pies
"Pensar bem, para viver melhor", era desejo dos gregos. Para alcançar o real desenvolvimento humano, recomendavam a sabedoria, a coragem, a temperança e a justiça. Na Grécia Antiga competia-se em tudo, sobretudo no campo das ideias e dos destinos da cidade (polis), tendo em vista ser cidadão (capaz de governar e ser governado). Neste sentido, herdamos o desafio de formarmos seres humanos preparados para viver a vida e a cidadania. Ler artigo na íntegra.
Título: Proteção da criança e do adolescente não é uma questão “ menor”.
Autor: Luciane Zanella
O direito infanto-juvenil no Brasil com a criação da Lei 8.069/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe grandes avanços com a implementação da doutrina da proteção integral, a qual, tem como fundamento a garantia dos direitos da infância. Neidemar José Fachinetto, promotor de justiça, assevera que a Doutrina da Proteção Integral importa profunda ruptura na forma de intervenção da família, do Estado e da sociedade em relação à população infanto-juvenil. Sendo assim, a criança e o adolescente são entendidos como sujeitos possuidores de direitos, os quais são titulares dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana.Ler artigo na íntegra.
Título: De dilemas morais.
Autor: Nei Alberto Pies
Nascemos, todos e todas, com forte tendência ao egoísmo. E vivemos, desde então, o conflito entre o egoísmo e o altruísmo. Em nossa primeira e marcante experiência de convivência social, a família, somos lapidados para a superação do egoísmo. Nossos pais, avós, tios e tias, professores e professores fazem um imenso esforço para convencer que vida acontece na partilha, na solidariedade, no diálogo, na compreensão de que os outros são importantes para a nossa vida. Mas há quem nunca aprenda que a felicidade humana perpassa a existência e o reconhecimento dos outros e viva sempre tentando enquadrar a si mesmo ou aos outros na perspectiva do bem ou do mal, do certo ou do errado,do justo ou do injusto.Ler artigo na íntegra.
Título: De qualidade de vida.
Autor: Nei Alberto Pies
Dias atrás ouvi um comentário intrigante numa rádio da nossa cidade sobre a relação do consumo de bens e a construção da dignidade humana. O comentário trazia implícita a ideia de que a tão chegada emancipação do ser humano, no contexto contemporâneo, chegava à imensa maioria dos cidadãos e cidadãs a partir da possibilidade de consumir. Fiquei então a pensar sobre este anunciado direito, sobre a guerra da propaganda que está por trás das vendas de todos os produtos e sobre a possibilidade de construirmos, pelo consumo, a qualidade de vida.Ler artigo na íntegra.
Título: De política e autenticidade.
Autor: Nei Alberto Pies
Quem acompanha os movimentos da política, depara-se com um dos maiores dramas dos políticos: a autenticidade. Para se eleger ou para se manter no poder, os políticos usam estratégias e acordos escusos, invisíveis e imperceptíveis à maioria dos cidadãos e cidadãs. Por isso falam o que a maioria gostaria de ouvir e agem como a maioria gostaria que agissem. Resta saber se há espaço para ser autêntico na política? Ou: como seria viver autenticamente a política?.Ler artigo na íntegra.
Título: A não-reflexão e a política
Autor: Nei Alberto Pies
Ficamos com a impressão de que as futilidades e apetrechos tomaram, definitivamente, o lugar da reflexão. Não temos tempo para nos ocupar com os pensamentos, mas temos um ingênuo orgulho em nos ocupar com as coisas que despertam o entretenimento, o descompromisso e os prazeres mais imediatos. Fomos transformados numa massa amorfa, acomodada, com poucos vestígios de indignação e questionamento. Somos apenas bons consumidores de tudo aquilo que outros pensaram ser o melhor para a vida da gente.Ler artigo na íntegra.
Título: Família: esta moda pega?
Autor: Nei Alberto Pies
Numa época em que uma noção errada de liberdade, muito divulgada, leva a não contrair vínculos e a quebrar com facilidade os vínculos contraídos, é oportuno recordar que a liberdade é, na sua forma maior, liberdade de nos amarrarmos. É esse o significado de “criar laços”.(Paulo Geraldo Somos, em maioria, movidos por modismos. Adesivar carros com desenhos da família virou moda por afirmar família como nosso maior “porto seguro”. Mas para esta idéia surtir efeitos para além da estética, é importante perguntar sob quais condições estruturais, sociais e culturais estão postas as nossas famílias, sob pena de frustrarmos as nossas expectativas para com elas, as famílias, e para com a referida moda.Ler artigo na íntegra.
Título: A “diferença de classe” no SUS viola a Constituição
Autor: Valdevir Both
No processo constituinte de 1988, criamos no Brasil um sistema público de saúde-SUS para realizar uma ampla reforma da saúde no país. Um dos grandes sonhos de então, era transformar a saúde em um direito de todos, para acabar com a exclusão de grande número de pessoas do acesso à saúde, especialmente as mais pobres. O máximo a eles permitido era o acesso às “Casas de Caridade”, que deles exigia um humilhante atestado de pobreza.Ler artigo na íntegra.
Título: A volta da revolta
Autor: Valdevir Both
Em novembro de 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma grande guerra popular contra as medidas do então presidente da República Rodrigues Alves e do então Diretor Geral da Saúde Pública Dr. Oswaldo Cruz. Tratava-se, na época, de uma resistência da população em aceitar as medidas do governo para evitar o alastramento de epidemias como a febre amarela, varíola e peste bubônica. O estopim do confronto foi a criação da Liga Contra a Vacina Obrigatória, que tornava a vacinação contra a varíola obrigatória. A saúde passou a ser considerada como “caso de polícia”. O confronto, que resultou em mais de cinquenta pessoas mortas e mais de cem feridas, ficou conhecido como a Revolta da Vacina. Ler artigo na íntegra.
Título: Os murolistas
Autor: Nei Alberto Pies
A forma de fazer política no Brasil é expressão dos nossos modos de ser e de viver de muitos brasileiros. Como carecemos de uma identidade originária coesa (nascemos a partir de uma invasão cultural), sempre valeram mais os valores e as atitudes que nos permitiram a resistência e sobrevivência, seja através do já tão conhecido jeitinho brasileiro ou da lei de Gerson (levar vantagem em tudo). Levadas ao extremo, estas peculiaridades culturais de nossa gente brasileira refletem em muitas das posturas adotadas pelos nossos dirigentes políticos ao fazerem da política um espaço de alianças pragmáticas, condenadas por muitos de nós.Ler artigo na íntegra.
Título: A volta da revolta
Autor: Valdevir Both
Em novembro de 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma grande guerra popular contra as medidas do então presidente da República Rodrigues Alves e do então Diretor Geral da Saúde Pública Dr. Oswaldo Cruz. Tratava-se, na época, de uma resistência da população em aceitar as medidas do governo para evitar o alastramento de epidemias como a febre amarela, varíola e peste bubônica. O estopim do confronto foi a criação da Liga Contra a Vacina Obrigatória, que tornava a vacinação contra a varíola obrigatória. A saúde passou a ser considerada como “caso de polícia”. O confronto, que resultou em mais de cinquenta pessoas mortas e mais de cem feridas, ficou conhecido como a Revolta da Vacina.Ler artigo na íntegra.
Título: A “diferença de classe” no SUS viola a Constituição
Autor: Valdevir Both
No processo constituinte de 1988, criamos no Brasil um sistema público de saúde-SUS para realizar uma ampla reforma da saúde no país. Um dos grandes sonhos de então, era transformar a saúde em um direito de todos, para acabar com a exclusão de grande número de pessoas do acesso à saúde, especialmente as mais pobres. O máximo a eles permitido era o acesso às “Casas de Caridade”, que deles exigia um humilhante atestado de pobreza. Ler artigo na íntegra.
Título: Alimentação agora é um direito constitucional
Autor: Irio Luiz Conti
Em sessão solene ocorrida no plenário do Senado Federal o Congresso Nacional promulgou ontem a Emenda Constitucional nº 64/2010, que "Altera o art. 6º da Constituição Federal, para introduzir a alimentação como direito social". A sessão de promulgação foi transmitida ao vivo pelas TVs Câmara e Senado, cujo texto, na íntegra, está publicado no Diário Oficial da União de hoje (05/02) e entrará em vigor imediatamente. Por tratar-se de Emenda à Constituição Federal, o texto não requer sanção do Presidente da República. Ler artigo na íntegra.
Título: Direito à verdade
Autor: Frei Betto
O 3º Plano Nacional de Direitos Humanos foi instituído por decreto presidencial de 21 de dezembro de 2009. Suas diretrizes, objetivos estratégicos e ações programáticas, aprovadas na 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, constituem passo histórico de consolidação do Estado democrático de direito. Ler artigo na íntegra.
Título: Em Defesa dos Direitos Humanos
Autor: Margarida Genevois
Há uns anos atrás, na década de 90, ouvi na TV, durante campanha eleitoral, um candidato a deputado dizer: "Se eu for eleito, vou combater os direitos humanos". Este absurdo inacreditável, que em qualquer sociedade democrática seria repudiado, aparentemente não causou maiores comoções; entre nós, DH eram - e ainda são - lamentavelmente mal entendidos, por desinformação ou má fé. Ler artigo na íntegra.
Título: PNDH 3: Por que mudar?
Autor: Paulo César Carbonari
Nas últimas semanas direitos humanos tornou-se uma das principais pautas da imprensa. Particularmente, o novo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), lançado pelo governo federal no dia 21 de dezembro de 2009, tem sido objeto de atenção. Por incrível, "nunca antes na história deste país" um programa governamental de direitos humanos ganhou tanta atenção, provocou tanto debate. Isto é ótimo, afinal direitos humanos passam a ganhar a atenção que merecem. Ler artigo na íntegra.
Título: Juventude e Direitos Humanos.
Autor: Édson Régis de Jesus
Em recente trabalho de conclusão para o curso de Pós-graduação em Educação em Direitos Humanos dissemos que a pessoa, em específico o jovem, só poderia dar-se conta de seus direitos [e, por conseqüência, responsabilidades...] quando notasse a sua sujeição. Quando disto, fazer desta sujeição uma caminhada histórico-crítica em luta para assegurar adquirir e garantir seus direitos. Ler artigo na íntegra.
Título: Juventude e Direitos Humanos.
Autor: Édson Régis de Jesus
Em recente trabalho de conclusão para o curso de Pós-graduação em Educação em Direitos Humanos dissemos que a pessoa, em específico o jovem, só poderia dar-se conta de seus direitos [e, por conseqüência, responsabilidades...] quando notasse a sua sujeição. Quando disto, fazer desta sujeição uma caminhada histórico-crítica em luta para assegurar adquirir e garantir seus direitos. Ler artigo na íntegra.
Título: Estupidez inglória!
Autor: Nei Alberto Pies
Faz bom tempo que a criminalização daqueles e daquelas que lutam por melhores condições de dignidade humana vem sendo denunciada. Mas parece que esta violência, como outras tantas, repete-se. Alguns até passam a aceitá-la como compatível aos padrões de convivência social. O Estado, instituído como guardião dos direitos, é o primeiro que os viola quando reprime violentamente aqueles e aquelas que se organizam pacificamente para buscar educação, terra, trabalho, saúde, segurança, lazer... Estaríamos desaprendendo democracia? Sem liberdade de expressão e de organização, que democracia estará sendo construída? Ler artigo na íntegra.
Título: De crianças espiritualizadas
Autor: Nei Alberto Pies
SA família e a escola foram constituídas, historicamente, alicerces da formação humana. Delas se espera que construam ferramentas que permitam aos indivíduos, de um lado, inserir-se socialmente e, de outro, realizarem-se como seres desejantes, física, moral e espiritualmente. Neste sentido, é imprescindível a espiritualidade, tomada como “unidade sagrada do ser humano (...), convivência dinâmica de matéria e de espírito entrelaçados e inter-retro-conectados”.(Leonardo Boff) Ler artigo na íntegra.
Título: Brasil de quem?
Autor: Nei Alberto Pies
Se há uma crise política no Senado ou não, é uma questão que precisa ser posta e discutida. O que está em questão, em nosso momento histórico, é a crise de uma visão de poder endêmica, que nasceu colonialista no Brasil: o patrimonialismo. Esta visão de poder concebe que o Estado, administrado pela classe política, é como se fosse “um bem da família”, portanto disponível para ser livremente usufruído sem escrúpulos. Ler artigo na íntegra.
Título: Água: Direito Humano III.
Autor: Paulo César Carbonari / Irio Luiz Conti
Em continuidade à reflexão sobre o direito humano à água passamos a abordar as obrigações do Estado – União, Estados e Municípios – na garantia desse direito. Para tal, novamente seguiremos o Comentário Geral nº 15, de 20/01/2003 (E/C.12/2002/11) do Comitê dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas (CESCR/ONU). Ler artigo na íntegra.
Título: Água: Direito Humano II.
Autor: Paulo César Carbonari / Irio Luiz Conti
Em continuidade à reflexão sobre o direito humano à água com a finalidade de oferecer subsídios para o debate público sobre a melhor forma de organizar os serviços para sua garantia à população passofundense, passamos agora a tratar das condicionalidades necessárias à efetivação deste direito. Segundo o Comentário Geral nº 15, de 20/01/2003 (E/C.12/2002/11) do Comitê dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas (CESCR/ONU), a efetivação do direito humano à água deve ser feita considerando a disponibilidade, a qualidade e a acessibilidade (§ 12). Ler artigo na íntegra.
Título: Água: Direito Humano.
Autor: Paulo César Carbonari / Irio Luiz Conti
Passo Fundo inicia em primeiro de setembro um importante debate público. Por convocação do Prefeito Municipal, a comunidade terá a oportunidade de avaliar os serviços de água e esgoto oferecidos e propor diretrizes para uma política pública consistente para a garantia do direito humano à água. O debate sobre as condições para a renovação (ou não) da concessão à Corsan inclui vários aspectos. O processo, no fundo, caminha na direção de encontrar o melhor modelo de oferta de serviços públicos para garantir o direito humano à água. As reflexões que apresentamos tem por finalidade retomar as orientações internacionais sobre a água como direito humano oferecendo subsídios para este debate em Passo Fundo. Ler artigo na íntegra.
Título: Água: Direito Humano.
Autor: Paulo César Carbonari / Irio Luiz Conti
Passo Fundo inicia em primeiro de setembro um importante debate público. Por convocação do Prefeito Municipal, a comunidade terá a oportunidade de avaliar os serviços de água e esgoto oferecidos e propor diretrizes para uma política pública consistente para a garantia do direito humano à água. O debate sobre as condições para a renovação (ou não) da concessão à Corsan inclui vários aspectos. O processo, no fundo, caminha na direção de encontrar o melhor modelo de oferta de serviços públicos para garantir o direito humano à água. As reflexões que apresentamos tem por finalidade retomar as orientações internacionais sobre a água como direito humano oferecendo subsídios para este debate em Passo Fundo. Ler artigo na íntegra.
Título: Um assassinato político.
Autor: Leandro Scalabrin
No dia 21 de agosto de 2009, por volta das oito horas, um trabalhador rural sem terra foi assassinado com um tiro pelas costas disparado pela Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Sobre o episódio os jornais Zero Hora e Correio do Povo falaram em “morte” do sem terra, em “erro” da Brigada e operação “desastrada”, o que demonstra que escreveram matérias publicitárias. A força de nomear as coisas de outra forma pode modificar a maneira de vê-las. A palavra “morte” utilizada no lugar de “homicídio”, penetrou pelos sentidos de milhões de gaúchos que não tiveram tempo de refletir o que ela significa, mas aceitaram o que ela representa: morte é um evento “natural”, oposto a homicídio que é a morte causada por alguma coisa como a espingarda calibre 12 usada em São Gabriel. Eis que um homicídio passou para a história como morte, até porque não há nada mais antigo que o jornal de ontem. Os mesmos jornais disseram, anos atrás, que o homicídio de um PM foi “degola” feita por um sem terra com um foice, o que não ocorreu segundo os autos do processo, mostrando o grau de parcialidade da imprensa nestes casos. Ler artigo na íntegra.
Título: De crianças, para adultos.
Autor: Nei Alberto Pies
As crianças produzem as mais puras obras da sensibilidade humana e nos orgulham com seus ingênuos e inocentes encantos. Crianças, adolescentes e jovens facilmente percebem quando um professor ou professora lhes oferece sabedoria, recheada de amor e dignidade. Sabem também reconhecer, como reconhecem seus pais, que professores trabalham duro e não são reconhecidos e nem estimulados a realizarem-se, com dignidade, no seu ofício de ensinar. Deles, somente deles, os professores recebem flores e presentes, em forma de agradecimento e reconhecimento por tudo que fazem por eles. Ler artigo na íntegra.
Título: De humanidade e pobreza.
Autor: Nei Alberto Pies
Escrever e pensar a partir dos pobres não gera status social, nem dividendos econômicos. Lutar com eles e por eles gera reações raivosas e incomoda aqueles que desejam manter privilégios. Aqueles que lutam com e pelos pobres sabem que estes precisam ser defendidos não porque sejam bons ou maus, mas porque são vítimas de um sistema econômico e político de exclusão, que não gera oportunidades em igualdade de condições para todos. Para quem ainda duvida disto, eis o que foi anunciado pela ONU: “90 milhões de pessoas devem cair em condição de pobreza extrema até o fim deste ano no mundo por causa da crise econômica mundial”. Ler artigo na íntegra.
Título: Nós podemos mais.
Autor: Nei Alberto Pies
Ao analisarmos o jogo da final da Copa das Confederações 2009, fazemos dele uma referência para avaliar o comportamento dos jogadores em campo, de ambas as seleções. Apesar dos limites de uma análise feita por um torcedor e não por um técnico, esta poderá nos oferecer subsídios para a compreensão do momento histórico pelos quais passam o Brasil e os Estados Unidos. Ler artigo na íntegra.
Título: De educação e política.
Autor: Nei Alberto Pies
A escola pública e democrática, como desejamos a escola freqüentada pelos filhos da classe trabalhadora, jamais esteve e jamais estará desvinculada da política. Enganam-se aqueles que pensam e fazem educação como se esta estivesse descolada da realidade cotidiana da sociedade e da política, de forma geral. É que o ato de ensinar pressupõe que escola e professores, ao desenvolverem atividades e práticas pedagógicas, trazem intrínseca a elas uma visão de ser humano, mundo e sociedade. Ler artigo na íntegra.
Título: O fetiche das ditaduras.
Autor: Nei Alberto Pies
As ditaduras (políticas, de consumo ou de mercado) são as maiores inimigas das palavras. As palavras sempre traduzem conceitos, que nada mais são do que o nome das coisas. Por isto mesmo as ditaduras são extremamente hábeis em reduzir o sentido e o significado das coisas que podemos pensar. Só a democracia nos permite alargar os horizontes das idéias que vamos construindo na história. Somente ela é capaz de considerar as contradições e imperfeições dos pensamentos, para aperfeiçoá-los. Por conta disso, convivemos em permanente tensão entre aqueles que querem fazer das idéias um exercício de liberdade e aqueles que gostariam de dizer aos outros “o que podem e devem pensar e fazer”. Ler artigo na íntegra.
Título: Agronegócio gaúcho no Paraguai.
Autor: Jorge Gimenez
O artigo publicado no dia 18 de maio na seção Opinião do jornal O Nacional com o título Agricultura brasileira no Paraguai de autoria do agrônomo Elmar Luiz Floss fazia referência à promoção do DESENVOLVIMENTO da gauchada (expressão usada pelo autor do artigo) não só nos estados brasileiros, mas também nos países limítrofes com o Brasil. Não vou entrar no debate conceitual sobre desenvolvimento, mas espero que com a argumentação que pretendo desenvolver, a idéia de desenvolvimento seja claro sem necessariamente precisar explicar detalhadamente. Ler artigo na íntegra.
Título: Qualidade e educação.
Autor: Nei Alberto Pies
Qualidade é um substantivo inerente ao ser humano e a seus afazeres. O ofício de educar, como outros, pressupõe a qualidade, gerada na satisfação e na conquista de aprendizagens, protagonizadas por educadores e educandos. O prazer maior nas relações de ensino-aprendizagem está na construção do conhecimento como algo útil, agradável e capaz de desencadear alegria e realização. O educador é um dos maiores interessados em qualidade na educação, pois esta sempre carrega potenciais para sua satisfação (o fracasso dos educandos também representa o seu fracasso). Ler artigo na íntegra.
Título: O impensado é possível pensar.
Autor: Nei Alberto Pies
As palavras desejam pousar. Querem passar pela metamorfose das ações humanas. Elas movem o mundo, movem as pessoas e as instituições. Neste movimento das palavras, a companhia de pessoas e instituições enriquece os nossos conceitos e os nossos ideais de vida, mundo e humanidade. Por conseqüência, nascem parcerias protagonistas, pois todos exercem, nas mesmas condições, sua condição de sujeitos. Ler artigo na íntegra.
Título: Um golpe: há 45 anos.
Autor: Paulo César Carbonari
Em 31 de março de 1964, com apoio da elite, militares levaram a cabo a deposição do presidente constitucionalmente eleito e instalaram um governo militar no Brasil. Eufemisticamente chamado de revolução, o golpe instalou uma ditadura militar que se estendeu por mais de 20 anos, ao longo dos quais extinguiu partidos políticos e fechou o parlamento, cerceou movimentos sociais, universidades e centros de pesquisa, censurou a produção artística e cultural e os meios de comunicação, além de ter vitimado milhares de pessoas com prisões, tortura e exílio e de ter levado à morte centenas delas. Quarenta e cinco anos depois, o Brasil ainda não sabe o paradeiro de muitas pessoas e desconhece o significado deste momento histórico e sua repercussão presente nos dias atuais. Ler artigo na íntegra.
Título: Itinerante.
Autor: Paulo César Carbonari
A educação é uma daquelas mediações fundamentais da humanização. Mas, não é simples meio, ela tem finalidades, objetivos, valores. Por isso, dizer que se constitui em mediação é compreendê-la como inserida em processos e contextos mais amplos. Ou seja, para saber o significado da educação é sempre recomendável refletir sobre o conjunto dos aspectos e fatores que lhe são constitutivos. Dizer educação é dizer construção histórica de processos nos quais conteúdos, metodologias, valores e finalidades são feitos na interação entre sujeitos individuais e coletivos, orientados por valores e finalidades e inseridos em contextos. Dessa forma, a educação é, por definição, itinerante. Instalar um lugar de sentido para a educação é pretender esgotar sua complexidade; é abrir mão da pluralidade e da diversidade que lhe são constitutivas. Ler artigo na íntegra.
Título: Vivemos emaranhados.
Autor: Nei Alberto Pies
Não existe felicidade "fora dos outros". Na contramão desta idéia, construímos a ilusão de que felicidade pode resultar de conquistas meramente individualistas. Deste modo, fomos abrindo mão daquilo que nos é o mais essencial: a convivência e confiança nos outros. Ensimesmados e distantes dos outros, geramos um vazio existencial, hoje uma enfermidade social: o stress e a depressão. Vítimas de uma sociedade que privilegiou as coisas, transformamo-nos também nós em anônimos, números, seres em competição. Ler artigo na íntegra.
Título: Entrevista - 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
O professor Paulo Cesar Carbonari, mestre em filosofia, diretor pedagógico e coordenador do Curso de Especialização em Direitos Humanos do Instituto Superior de Filosofia Berthier (IFIBE), tem larga experiência e militância de cerca de 20 anos em organizações da sociedade civil que atuam em direitos humanos. E sócio da Comissão de Direitos Humanos de Passo Fundo (CDHPF), foi coordenador nacional de formação e atualmente é conselheiro nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH). Tem vasta produção teórica sobre direitos humanos, com livros, artigos e entrevistas sobre o tema publicados em vários veículos. Para ajudar a conhecer um pouco mais do significado dos sessenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). Ler artigo na íntegra.
Título: Somos nossa dignidade.
Autor: Nei Alberto Pies
Festejar 60 anos da DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos) significa re-significar o sentido dos próprios direitos humanos. Nascidos num contexto de barbárie, após a II Guerra Mundial, a humanidade aspirou novos valores para conduzir a historia da humanidade: a paz, a dignidade humana, a justiça social, o desenvolvimento, a democracia. No atual contexto brasileiro, é preciso reconhecer que ainda precisamos ensinar e promover muito nossa cidadania, para promover direitos humanos. Ler artigo na íntegra.
Título: Do que nos assusta.
Autor: Nei Alberto Pies
Muitas coisas nos assustam. Somos movidos por uma mistura de medo e de fascínio; esta mistura nos faz romper os horizontes de nossa vida, pois a vida tem por limite a imensidão. Mas nada nos enquadra mais, nada nos prende tanto, nada fulmina ou fascina tanto como a força e a grandeza de um olhar que, por seu poder arrebatador, sempre nos assusta. Já sem olhares, não sabemos o que fazer. Ler artigo na íntegra.
Título: Poder e Direitos.
Autor: Paulo César Carbonari
O dia mundial da filosofia 2008, celebrado na terceira quinta-feira de novembro, tem como temática central “poder e direitos” em razão da celebração dos sessenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948). O tema proposta é espinhoso. Há várias possibilidades para abordá-lo, ilustraremos algumas, ainda que esquematicamente. Ler artigo na íntegra.
Título: Acenos de esperança.
Autor: Nei Alberto Pies
Uma tarde de muito calor. Milhares de professores, motivados por sua cidadania, caminhavam pelas ruas de nossa capital Porto Alegre. Um suave aceno embalava suas utopias. Uma senhora, de um edifício bem alto, na Borges de Medeiros, ninava esperanças, embalando um lenço verde. É, o lenço era verde e verde é de esperança. E aquela senhora reconheceu que aquela multidão era movida por uma causa: a educação pública e de qualidade para todos. Ler artigo na íntegra.
Título: A AGU no banco dos réus.
Autor: Renato Simões
É inacreditável como o Estado Brasileiro manifesta fôlego de gato ao gastar todas as suas vidas na defesa do indefensável arbítrio cometido pela ditadura militar. Instituições civis e militares dos vários Poderes da República reproduzem com desfaçatez, anos depois do fim do Estado de Exceção, os argumentos de ditadores e torturadores em sua defesa, manchando a dolorosa rota de construção de um Estado Democrático de Direito no Brasil. .Ler artigo na íntegra.
Título: Sujeito de direitos na Constituição Federal.
Autor: Paulo César Carbonari
A Constituição Federal de 1988 nasceu da convergência histórica de expectativas diversas no sentido de significar a síntese possível da orientação político-normativa capaz de gerar condições para novas institucionalidades e para novas subjetividades. Ler artigo na íntegra.
Título: Tributo a um amigo (e jovem).
Autor: Nei Alberto Pies
Wagner, você era um jovem carregado de energia capaz de mover sonhos e muitas realizações. Aqueles que te conheceram aprenderam contigo que não precisamos ostentar vaidades nem superioridades para sermos vencedores. Basta determinação, discernimento e rumos que encaminhem nossa vida e canalizem nossas melhores energias. Vencem aqueles e aquelas que traçam sonhos e objetivos que constróem a verdadeira felicidade.Ler artigo na íntegra.
Título: Mais do que sorte, busque direitos humanos.
Autor: Márcia Carbonari e Nei AlbertoPies
Direitos Humanos surgem da necessidade de garantir e preservar a vida e tudo o que dela é uma decorrência. Nascem de uma consciência coletiva de que é preciso assegurar a dignidade do ser humano, como pauta indispensável à sua sobrevivência, ao seu desenvolvimento e à sua convivência..Ler artigo na íntegra.
Título: Eleições, cidades, democracia.
Autor: Nei Alberto Pies
Participamos, de forma ativa e cidadã, de mais uma eleição. Acreditamos que a cada eleição amadurecemos nossa cidadania e democracia. Votar é um direito conquistado pela democracia. Se a cada direito corresponde um dever, passadas as eleições temos a obrigação de participar da vida política de nossa cidade acompanhando, fiscalizando e exigindo de nossos representantes ora eleitos. Que cumpram sua função com responsabilidade ética e política. Que sejam eles os melhores servidores do povo e que não se valham de seus espaços de poder para se servirem a si próprios. Que ampliem as chances de cada um e cada uma de nós construir a sua felicidade..Ler artigo na íntegra.
Título: Pobreza e Com(paixão)
Autor: Nei Alberto Pies
A defesa das causas dos pobres é uma tarefa muito árdua. Exige da gente mais do que compreensão, discursos e teorias, mas, sobretudo, compromisso e compaixão. Somos muito preconceituosos para com o sofrimento dos pobres. Desconhecemos sua realidade e não nos dispusemos a mexer na raiz de nossos problemas: a nossa forma de organizar o mundo. Entre nós é muito forte a idéia de que pobres são coitados, por isto desprovidos de sorte e de bens. Se não lutam, são preguiçosos. Se lutam e exigem, tornam-se perigosos. Mesmo quando passam fome, a gente insiste em dizer que eles ainda são capazes de sonhar.Ler artigo na íntegra.
Título:Superar a desigualdade!
Autor: Paulo César Carbonari
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD 2007) na última semana de setembro com dados que mostram a situação social brasileira, particularmente sobre a situação da desigualdade.Ler artigo na íntegra.
Título:Direito à educação.
Autor: Paulo César Carbonari
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nos últimos dias dados que mostram a situação social brasileira e, entre tantas informações auspiciosas, chamam à atenção negativamente os dados sobre a situação educacional. Ler artigo na íntegra.
Título: Liberdade para votar.
Autor: Nei Alberto Pies.
"O voto não tem preço, tem consequências" (Campanha Voto Cidadão)
As eleições municipais caracterizam-se por uma disputa densa, acirrada e mais controlada pelos agentes da política. A relação estabelecida entre candidatos e eleitores quase sempre pressupõe, como moeda de troca, favores e promessas de cunho pessoal, direto e familiar. Neste contexto, a compra de voto é uma prática recorrente, apesar de proibida. As promessas mirabolantes e oportunistas também são utilizadas na perspectiva de soluções fáceis, para problemas complexos. Corromper e ser corrompido tornam-se atos quase naturais, próprios da atividade política e partidária, em tempos eleitorais. .Ler artigo na íntegra.
Título:De onde brota a dignidade?
Autor: Nei Alberto Pies.
"E aprendi que se depende sempre/De tanta, muita, diferente gente Toda pessoa sempre é as marcas das lições diárias de outras tantas pessoas". (Gonzaguinha)
Direitos Humanos é uma idéia nascida da consciência e da necessidade de preservar a vida e tudo o que nela está imbricado. No entanto, ao longo dos tempos, este conceito foi assimilado culturalmente como se os portadores destes direitos (humanos) fossem sempre os outros, aqueles e aquelas que estão numa situação de extrema indignidade e nunca, a gente (eu, você e nós). Faz-se necessário um grande esforço para re-significar as palavras, lembrando que são os conceitos que "dão nome às coisas, dizem o que coisas são".Ler artigo na íntegra.
Título: É proibido proibir!
Autor: Marcelo Barros
Esta expressão é um grito de liberdade que, para muitas pessoas mais velhas, traz recordações importantes e renova um compromisso que, hoje, toma outras formas de expressão, mas mantém sempre o significado de uma vocação para a utopia. Não a utopia compreendida como fantasia irrealizável e sim como busca de um mundo novo possível. .Ler artigo na íntegra.
Título: Filhos humanizam!
Autor: Nei Alberto Pies.
"Os anos deixam rugas na pele, mas a falta de entusiasmo deixa rugas na alma" (Michael Lynberg
A paternidade e maternidade estão permanentemente submetidos à avaliação e análises, feitas por todos nós. Pais e mães são homens e mulheres que assumiram um compromisso denso com filhos e filhas. E em tempos em que nem sempre conseguem compreender as mudanças culturais que operam neste mundo de ligeiras transformações. Ser pai e ser mãe é mais do que um ofício; é assumir uma missão, criando condições de aconchego e de vôo, como fala Padre Zezinho. Somos pais e mães menos presentes na vida cotidiana de nossos filhos. Por isso mesmo, a convivência com eles pode e deve ser, por excelência, um convite e uma oportunidade para a humanização (nossa e deles) .Ler artigo na íntegra.
Título:Educação em/para Direitos Humanos.
Autor: Paulo César Carbonari / Nei Alberto Pies.
"Se a educação sozinha não transforma o mundo, sem ela nenhuma transformação acontecerá." (Paulo Freire)
O III Colóquio Nacional de Direitos Humanos, que ocorre de 07 a 11 de abril de 2008, no Centro de Eventos Notre Dame, em Passo Fundo, constitui-se num espaço privilegiado para o debate sobre a situação e os desafios para avançar a luta pelos direitos humanos, sobretudo porque se dedica a uma das formas mais substantivas de promoção permanente dos direitos humanos, a educação. Ler artigo na íntegra.
Título:De aventuras e políticas (públicas).
Autor: Nei Alberto Pies.
"O problema com as boas idéias é que elas acabam dando muito trabalho."(Peter F. Drucker)
Mais do que nunca faltam idéias consistentes, bem elaboradas e capazes de provocar mudanças reais na vida e dignidade dos cidadãos e cidadãs do mundo. Muitas idéias são anunciadas, mas acabam sucumbindo antes mesmo de serem efetivadas. Muitas decisões, anunciadas como políticas públicas, não passam de aventuras, permeadas por interesses pessoais, políticos ou até eleitoreiros em um determinado momento político em que vive a sociedade.Ler artigo na íntegra.
Título: Dom e reciprocidade.
Autor: Paulo César Carbonari.
Comumente entendemos dom como sendo doação unilateral que não espera em troca. Alguns até acreditam que sua perfeição está em dar a própria vida em sacrifício pelo outro. Ou seja, põem a morte no centro da orientação da vida ética. Todavia, a morte – como certeza inescapável do humano – é nada mais do que a consciência do limite daquilo que constitui a centralidade da ética, a vida: em geral, humana e plena, para os crentes. A ética tem sentido quando é possível a reciprocidade, que somente tem lugar na vida. Por isso, dom é, acima de tudo, a abertura para a reciprocidade com o outro, nunca sua interrupção. Ler artigo na íntegra.
Título: Quem fala se liberta.
Autor: Nei Alberto Pies.
Os bons "escutadores" andam desaparecidos e nos fazem muita falta. E aí, quando temos poucos dispostos a nos ouvir, criamos diferentes maneiras de comunicar as nossas alegrias, dores e angústias de ser humano, como também nossas bestialidades. Amplia-se, então, geralmente, ainda mais nossa incompreensão por parte dos outros. Ler artigo na íntegra.
Título: Abrindo janelas e construindo pontes.
Autor: Nei Alberto Pies.
Viver é a maior das nossas oportunidades. E o desenrolar da vida gera os desafios, os projetos, os sonhos que decidimos enfrentar. Como seres em construção, fazemos opções que podem mudar radicalmente nossa vida. Ler artigo na íntegra.
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